Pular para o conteúdo principal

UNIFORME SOB MEDIDA: SIM OU NÃO?

A história mostra que o vestuário começou de forma artesanal, com o sob medida, onde as roupas eram confeccionadas de acordo com cada biótipo. Ao longo do tempo, isso foi sendo substituído pelo o "prêt-à-porter” (pronto para vestir), que surgiu a partir da industrialização, onde as roupas já chegavam até as pessoas prontas, em medidas determinadas (P, M, G, GG, EG e etc).

Enquanto o sob medida proporciona um melhor caimento e personalização as diferenças individuais, demanda mais tempo, resultando no custo mais alto. Por outro lado, o prêt-à-porter apesar de trazer a facilidade na aquisição, tanto em custo quanto em agilidade, não conseguem proporcionar roupas que sirvam em todos os tipos de corpos proporcionalmente. Por exemplo, ao experimentarmos uma blusa, observamos que ficou adequada na largura, mas curta no comprimento, ao optarmos por um número maior, o comprimento fica ideal, mas a largura não tem mais o mesmo caimento. De um lado e do outro temos as vantagens e desvantagens.

As indústrias ainda não encontraram uma solução para a diversidade de biotipos, principalmente no Brasil. Uma das soluções adotadas pelas marcas foi, a partir de estudos, desenvolver roupas considerando as medidas de seu cliente ideal.

Assim como as lojas, as confecções de uniformes, em sua maioria, também trabalham com tamanhos industriais (P, M, G, GG, XG e etc.). Todavia algumas empresas, ao desenvolverem seus uniformes, têm preferência por peças confeccionadas sob medida. A partir disso apresentamos os prós e contras dos dois tipos de confecção de uniformes.

Uniformes em tamanhos industriais possibilita que mais de um colaborador faça uso, pois quando desligado da empresa seu uniforme pode ser repassado para outra pessoa, o que de certa forma pode resultar na redução de custos, visto que, os uniformes só precisarão ser repostos de acordo com os tamanhos em falta ou desgaste das peças.
Uniformes sob medida proporcionará um melhor caimento para cada biotipo, um ponto importante para empresas que tem como pilar a elegância. Se o uniforme tiver um design casual e tradicional sem aplicação da logomarca, pode ser investido como um benefício e se ofertado permanentemente para os colaboradores, onde não precisarão fazer a devolução dos mesmos caso sejam desligados. Uma boa alternativa para empresas com baixo índice de rotatividade.

Dentre as duas possibilidades cabe à análise sobre os dois tipos de confecções de uniforme, de forma a identificar qual destas é mais viável para o tipo de negócio e estratégias da empresa.